Não-monogâmicos, gente como a gente

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Jovens não-monogâmicos compartilham como vivem, se relacionam e lidam com ciúmes e inseguranças – e dão dicas para lidar com neuras do amor

É música de sapatão (e muito mais)

mc mano feu funk lésbico

Ouça uma playlist feita pela cantora de funk Mc Mano Feu que vai de clássicos da Furacão 2000 a Cássia Eller e Bia Ferreira. Cria de Campinas, Mc Mano Feu deu play no interesse por música aos 12 anos de idade, influenciada pelos hits da Furacão 2000. Para quem não tá ligade, a produtora e gravadora carioca foi uma das principais precursoras do funk pelo Brasil nos anos 90 e lançou os hits Dança da Motinha, de MC Betty; Agora Tô Solteira, da Gaiola das Popuzadas; e Égua Pocotó, de MC Serginho e da icônica Lacraia. De família, Mano Feu herdou o gosto por samba, uma vez que o ritmo era o mais ouvido dentro de casa durante a infância. Já na adolescência, a MC conheceu o rap, que era o som que tocava alto na sua quadrada. O tempo passou e deu no que deu: Mano Feu começou a compor funk de putaria lésbica. Seu último lançamento, Linguadinha na XXT ainda tá fresco e chegou as plataformas digitais no Dia do Orgulho LGBTQIAP+. Hoje, a MC se diz ser uma pessoa bem eclética e que tem se inspirado muito em músicas e letras específicas, independentemente do gênero. “minha vida guia as minhas composições”, diz ela. “Se tenho um dia muito daora, é sobre os sentimentos e quem estava comigo que vou escrever”.   APOIE O JORNALISMO INDEPENDENTE. Participe do financiamento coletivo da Emerge. Veja (e ouça) abaixo uma playlist criada por MC Mano Feu, que compartilhou suas principais inspirações, com muito talento nacional, mulheres lésbicas da velha e da nova geração e outros artistas de funk, rap, samba e MPB. LEIA TAMBÉM: Elas fazem o baile delas: mulheres lésbicas no funk

O que é pansexualidade?

Termo é usado por pessoas que não limitam suas escolhas amorosas ao gênero e sexualidade do parceire. É aquele lance “gostar de pessoas”.

Fotos: Love Fest 2018

Bloco de carnaval contou com jovens artistas da música popular, como As Bahias e a Cozinha Mineira, Linn da Quebrada, Liniker, Tássia Reis e MC Soffia, e arrastou uma multidão pelas ruas de São Paulo na última segunda-feira (12/02). Entre as apresentações musicais, pessoas vítimas de LGBTfobia subiram no trio para relatar casos de agressões e exigir o fim da violência motivada por intolerância à orientação sexual e de gênero. CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Kalinca Maki As fotos podem ser usadas para todos os fins, exceto comerciais, com o crédito Kalinca Maki/Emerge Mag.