Fotos: Love Fest 2018

Bloco de carnaval contou com jovens artistas da música popular, como As Bahias e a Cozinha Mineira, Linn da Quebrada, Liniker, Tássia Reis e MC Soffia, e arrastou uma multidão pelas ruas de São Paulo na última segunda-feira (12/02). Entre as apresentações musicais, pessoas vítimas de LGBTfobia subiram no trio para relatar casos de agressões e exigir o fim da violência motivada por intolerância à orientação sexual e de gênero. CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Kalinca Maki As fotos podem ser usadas para todos os fins, exceto comerciais, com o crédito Kalinca Maki/Emerge Mag.
Baile funk das lésbicas e bissexuais onde homem não entra

A Sarrada no Brejo é uma festa itinerante voltada para mulheres gordas e periféricas, que também oferece uma creche para as mães deixarem os filhos enquanto usufruem da liberdade sexual e de gênero
16 blocos de carnaval que representam a diversidade de São Paulo

Selecionamos os blocos mais emblemáticos da cidade para guiar os foliões por uma viagem multicultural, da bateria do Ilú Oba de Min ao funk da Carnakoo, passando pelo techno da Vampire Haus até a nova MPB do Love Fest
Um ano de Casa 1. Os desafios do centro LGBT mais pop de São Paulo

Iran Giusti fala sobre as belezas e dores de manter a república e espaço cultural Casa 1.
O futuro da Mamba Negra

Mamba Negra, festa de música eletrônica feita por mulheres e pessoas LGBTQIA+, corre o risco de acabar devido pressão política.
Provoque reações

Migrante nordestino, Ismael Oliveira chegou a São Paulo com R$ 300,00 no bolso e o sonho de cursar moda. Hoje, tem sua própria marca de acessórios fetichistas e integra um coletivo de artistas underground.
BadSista: “Se eu chegasse muito suave, tomaria pisada”

Fundadora do coletivo Bandida e diretora musical do álbum Pajubá, de Linn da Quebrada, conta os desafios enfrentados para ganhar notoriedade no cenário musical paulistano.